Era uma vez um homem que amava doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores, mas que nunca sorriu para a hipocrisia religiosa de alguns que, dizendo-se santos, afastavam-se dos doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores.
Era uma vez um Deus que amava doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores, mas que nunca sorriu para a hipocrisia religiosa de alguns que, dizendo-se santos, afastavam-se dos doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores.
Era uma vez um homem que amava demais. E nunca deixou de amar. E por isso morreu, abraçando pecadores e por eles dando sua vida.