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Amor Platônico

por Thais Lira

É complicado quando alguém nos aborda dizendo que nos ama e que está disposto a qualquer coisa para nos fazer feliz. E por mais “fofo” que isso possa ser, torna-se completamente complicado quando este amor não é recíproco.

Ficamos admirados com a coragem e sensibilizados com as palavras, mas não sabemos o que fazer e/ou o que dizer.

E é sobre esse tal de "Amor não correspondido" que quero falar.

O que fazer? O que dizer? Como dizer? E quando dizer?

O que fazer?
Quando alguém te abordar e contar tudo o que sente por você, sinta-se importante, mas JAMAIS sinta-se superior por isso. Quando alguém disser que te ama, acredite e agradeça com o coração;

O que dizer?
Nunca dê esperanças para aquilo que você mesmo não consegue acreditar.
Não brinque com os sentimentos das pessoas, pois corações podem ser feridos por palavras ditas no momento errado. Palavras “malditas”. Pessoas podem sentir o doce do amor, ou o amargor de um não, em questão de segundos. Por isso, saiba o que dizer. No entanto, nunca diga nunca. E não diga aquilo que não for verdade.

Quando devo dizer?
Diga na hora certa, apropriada, sem forçar a barra. Não “fale mais que a boca” e não apresse o tempo. Pare, pense, e diga.

Como dizer?
A coisa mais linda é o amor. E o que mais devemos valorizar é alguém que nos ama ou nos admira.

Imagine-se sem ninguém. Imagine se você fosse rodeado por pessoas que não te amam? Ou por pessoas que simplesmente te ignorem, ou te achem... Indiferente?

Por isso, trate as pessoas que te amam como você trata os que você ama. Valorize cada palavra dita por essas pessoas, pois quando se deparar com um amor que não for correspondido, ou quando alguém disser que te ama e você simplesmente ignorar, então, você se lembrará com carinho (ou arrependimento) de alguém que em determinado momento, o(a) teve como sonho de vida. Como um porto seguro. 

Meus Defeitos


Quero filmes que sejam obras de arte.

Quero livros com conteúdo.

Quero paz, apesar de tudo.

Quero ser igreja acima de frequentar um templo feito por mãos humanas.

Quero amor com poesia.

Quero Deus, apesar do mau exemplo de alguns que se dizem filhos Seus.

Quero música com ideologia.

Quero chorar e sorrir por qualquer motivo.

Quero alguém com quem possa contar nas horas difíceis.

Quero amigos que não me julguem pela roupa que visto ou pelos lugares que frequento.

Não quero julgar ninguém pelas aparências.

Não quero ter. Quero ser.

Não quero ouvir dizer, quero provar, quero viver.

Quero um dia publicar um livro ou escrever uma história e não mostrar para ninguém.

Não quero dinheiro, ele não compra o que realmente me faz viver.

Quero guardar meus segredos no ouvido de alguém.

Quero ser o alguém onde guardam segredos também.

Quero a vida inteira me alegrar, mesmo que eu não tenha motivos para sorrir.

Não quero sofrer com a dor do outro, que não tem coragem de fechar as próprias feridas.

Quero poder criar meu filho sem me preocupar com o que os outros vão dizer, não quero que ele seja só mais um tijolo na parede.

Quero respeitar as diferenças sem ferir os meus princípios. É possível?

E, sem me preocupar com os olhos alheios ou com o que dizem as línguas afiadas que me rodeiam, quero buscar a face de Deus...

...do jeito que Deus quiser.



by GG

One Love

Favor ler tudo antes de nos julgar pelo vídeo. Obrigado. ¬¬



Um só amor!
Um só coração!
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.

Ouça as crianças chorando! (um só amor)
Ouça as crianças chorando! (um só coração)
Dizendo:-seja grato e louve ao senhor para sentir-se bem.
Dizendo:-vamos seguir juntos para ficarmos bem.

Deixe-os passar com suas observações sujas (um só amor)
Há uma pergunta que eu realmente gostaria de fazer (um só coração):
-havera um lugar para os pecadores desesperados?
Quem vem pra ferir a humanidade
Pelas suas próprias crenças?

Um só amor!
Um só coração!
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.

Como era no inicio (um só amor)
Que assim seja no fim (um só coração)
Seja grato e louve ao senhor para sentir-se bem.
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.

Temos que manter a união para enfrentarmos 
o armagedom sagrado (um só amor)
Assim quando o homem vier, estaremos seguros (um só coração)
Tenha dó daqueles cujas as chances são poucas
Pois não haverá como se esconder do pai da criação...

Um só amor!
Um só coração!
Vamos seguir juntos para ficarmos bem.


Bob Marley, apesar de tudo, sempre falou de amor e união em suas músicas, e deixou um legado de canções, dentre as quais muitas nos ensinam sobre comunhão e amor ao próximo. 

E você, que legado pretende deixar para as gerações que estão por vir?



Postado por @gustavogui, que viu um post semelhante no Subir Quadrado

#WeekSong "Amor que nos faz um" por Palavrantiga

Não é novidade pra ninguém que nós do Território 7 somos apaixonados pelo som desses caras, mas esta canção é realmente incrível. Com vocês, Palavrantiga mais uma vez na WeekSong, cantando "Amor que nos faz um":



O fogo ardeu, o anjo falou
Onde está o amor?
A glória se foi, a chuva molhou
As palavras que ainda antes o amor me mostrou
Nunca é tarde demais, não
Nunca é tarde demais
Pra descobrir o amor que vai além dos meus versos
E parece dizer, é o Senhor quem pergunta
Onde está você?
Que diz que me adora, mas não estende a mão

O fogo ardeu, o anjo falou
Onde está o amor?
A glória se foi, a chuva molhou
As palavras que ainda antes o amor me mostrou
Nunca é tarde demais, não
Nunca é tarde demais
Pra descobrir o amor que vai além dos meus versos
E parece dizer, é o Senhor quem pergunta
Onde está você?
Você que diz que me adora, mas não estende a mão

O amor que nos faz um
O amor é o que nos faz um
O amor se revela a mim
Como uma bandeira, verdade e graça
Um mandamento, e a nossa canção
O amor que nos faz um
O amor é o que nos faz um
O amor se revela a mim
Como uma bandeira, verdade e graça
Um mandamento, e a nossa ação

Credencial

O que nos identifica como discípulos? O que faz com que outras pessoas vejam em nós a rara esperança de dias melhores? Qual é a nossa credencial como embaixadores de um Reino Eterno? Seriam os cargos eclesiásticos? O timbre da nossa voz? A harmonia da nossa canção? A cor da pele? A textura do cabelo? Ou as vestes que usamos? Quando nos olhamos no espelho, o que estamos vendo na verdade?

O que nos identifica como discípulos não é quão graciosos podem ser nossos passos pelo Caminho Estreito, mas quão generosa pode ser a caminhada. A esperança que habita em nós só pode ser vista pelos desesperançosos, quando nós decidirmos que o melhor a fazer é compartilhar com os outros o sentimento que inunda nosso ser. Nâo importa a cor dos olhos, da pele ou do cabelo. Não importa o quanto cantemos bem, ou o quanto nossa música seja agradável aos ouvidos, ou o tamanho e estilo das roupas vestimos. O crachá que realmente nos identifica como diferentes em um mundo tão tenebroso é o amor. 

O que entendemos errado, porém, é que este amor não se restringe aos irmãos de igreja, familiares ou companheiros de caminhada. O alvo deste amor que nos une, e que deveria ser a nossa única bandeira, deveria ser, principalmente, os que carecem dele.

Se o amor é a ponte que nos reconciliou com Deus, não podemos escondê-la dos que mais precisam dela. O amor é o único  remédio que pode curar a mais terrível ferida, e nós teimamos em escondê-lo dos que mais precisam dele.

No Amor e com amor,


Somos pecadores

"Há uma cruz no fim do túnel" (Paulo Brabo)



A cruz ainda permanece uma vergonha para muitos que, ao invés de tomarem como suficiente a imensurável Graça, preferem a dor do holocausto (ou sacrifício de tolo), tapando o sol com a peneira, tentando recompensar o pecado com auto punições desnecessárias.

Não há nada que possamos fazer para abater o preço que foi pago. "Está consumado". A dor que escreveu os versos mais densos e cruéis do poema da cruz não pode ser substituída. Não existem jejuns, orações, penitências, promessas, sacrifícios, lágrimas ou boas ações que nos justifique - somente a cruz nos limpa e erradica de nossa vida a morte que o pecado injeta em nossas veias.

A cada novo dia, o veneno da injustiça corre em nosso sangue e corrompe nossa fé - a não ser que estejamos vacinados com o Remédio do Calvário, o mesmo que pode transformar o mais vil criminoso em um homem de Deus, irrepreensível e justificado pela Graça Divina.

A gentileza de Deus em nos fazer limpos não é (e jamais poderá ser) inferior aos sacrifícios tolos que estão ao alcance de nossas mãos. 

Somos pecadores, mentirosos, covardes, injustos, bobos, cafajestes, preguiçosos, cruéis, impacientes ou simplesmente inseguros. Mas o amor manifesto na cruz nos fez um com Àquele que consumou o sacrifício final, nos fez co-herdeiros daquele que venceu a morte para nos dar a vida, e vida em abundância e nos reconciliou com o Pai que não abre mão de nos amar.

Para nossa alegria, o que satisfará nossos corações não será ver o nosso próprio sangue derramado nas páginas sombrias de nossa vida, mas sim o cavalheirismo de um Deus cujo amor não se pode medir. 

A sua Graça nos basta.


by GG

Pierrot e o Beijo da Morte

(Um conto de Gustavo Guilherme)



Quem criou o amor? Quem teceu suas artérias inquietas? Quem foi este louco que ousou arquitetar o mais complexo sentimento?

Ouvi dizer, lá pelas tantas da madrugada, numa conversa mole que tive com um palhaço com cara de deprimido na Esquina da Amargura que um tal de Pierrot fora o primeiro a moldar, dentro de si mesmo, o tal do amor.

Pierrot – contou-me o palhaço – sentou solitário em sua adega, danou a beber e, depois de ter-se embriagado o suficiente, cometeu o amor.

Segundo me disse o rapaz, Pierrot arrancou do peito um pedaço do seu próprio coração, misturou vinagre, uma medida cautelosa de Delícias-do-Bosque, duas folhas de Mais-Amarga e uma pitada quase insignificante de Sorriso em Pó. Juntou tudo e inventou de experimentar sua criação. 

Pierrot, então, apaixonou-se por Colombina, uma velha feia e esquisita, a quem ele mesmo enfeitiçou, transformando-a na mulher mais bela de todo Reino – bem vestida, coberta de jóias e eternamente jovem.

Em um dia normal como qualquer outro, porém, Pierrot, como era de costume, consultou o Homem Que Sabia o Futuro, que morava sozinho dentro de seus olhos, bem ao lado da Íris, e viu o que estava por vir: Arlequim, seu maior inimigo, lhe roubaria Colombina.

Como as previsões do Homem Que Sabia o Futuro jamais erravam, Pierrot enlouqueceu. Passou noites inteiras planejando um plano alternativo para seu futuro. Viajou quilômetros atrás das Fiandeiras do Tempo, contou-lhes o que deveria ser feito e voltou para casa.

Quanto lá chegou, encontrou Colombina perdida de amor por Arlequim, o Cafajeste dos Cafajestes – Senhor da Discórdia e da Mentira – que envenenou Colombina com um fruto embebido em veneno.

Pierrot encarcerou-se no topo do castelo, até o dia em que o plano entregue as Fiandeiras aconteceu: com o mesmo pedaço com o qual criara o amor, Pierrot criou um filho. A este filho deu o nome de Amor-Maior – homem forte e poderoso que só poderia ser morto com a magia mais cruel: o Beijo da Morte. No entanto, Amor-Maior deveria, segundo os planos do Pierrot, morrer em troca da liberdade de Colombina e, depois de morto, sua alma resgataria a dela, e viveriam felizes para sempre.

Eram quase cinco da madrugada e o palhaço jogado na Esquina da Amargura era incansável. No auge de sua história sobre Pierrot, Colombina e Amor-Maior, o palhaço vibrava sacudindo os braços enquanto me contava que o plano de Pierrot dera certo. Colombina estava livre para sempre.

Me adiantei, tentando terminar, sem o sucesso que pretendia, a história do palhaço: 

– E viveram felizes para sempre? 

– Não, meu senhor... Ó, que tristeza. A Colombina, recentemente, deixou Pierrot de lado e corre dia e noite atrás de Arlequim, fazendo suas vontades e realizando seus desejos. 

Engoli seco e me preparei para ir embora – aquela história, assim como muitas outras que vi e vivi, não teria um final feliz – a não ser que ainda não houvesse terminado.

Olhei nos olhos do palhaço, sujo e debilitado, coberto em papelão no frio da noite, e estendi a ele a mão direita:

– Desculpe-me, mas tenho que ir embora. Qualquer dia nos vemos pelas Estradas da Vida, senhor... como é mesmo seu nome?

Foi quando uma última lágrima começou a desceu pelo rosto do rapaz, mas parou pouco abaixo dos olhos – e ali ficará, até o dia em que o Tempo deixe de existir para sempre.


by GG

Não Somos Livres

Existe um pensamento que persiste e me deixa inquieto. 

Será que somos totalmente livres, como geralmente cantamos em algumas de nossas canções, na igreja ou fora dela, erguendo as mãos e fazendo "caretas proféticas"?

Eu ouso dizer que não. Ainda existe uma coisa que nos prende, e talvez nunca nos livremos dela.

Imagine comigo: o que estaríamos fazendo agora se fôssemos verdadeiramente livres? Frequêntaríamos uma denominação todo santo dia (como fazemos, muitas vezes, por obrigação ou dependência ritual)? Nos sujeitaríamos à empregos, faculdades, escolas ou instituições por simples imposição da sociedade? Acredito que não. 

Mas o que ainda nos prende e nos faz sobreviver às intempéries e desgostos da vida, é também o que nos dá liberdade de viver plenamente - experimentar o gosto doce de um refúgio seguro em meio às lutas do dia-a-dia: - o Amor de Deus

Este amor ainda nos faz cativos à obediência de Cristo. Nos põe de pé quando uma avalanche de problemas nos derruba. Nos lembra que a fé tem mais haver com nossas dúvidas do que com nossas certezas (Hb 11.1). Nos perdoa e traz aos corações feridos a esperança de um novo amanhecer.

Olhando no espelho e relembrando momentos bons e ruins da minha vida, afirmo sem pensar duas vezes: não quero estar livre deste amor jamais! E você, quer se livrar dele?


by GG

O Amor nos faz Um

Se existe um princípio (ou sentimento, dom, escolha, chame-o como quiser) que não deveria jamais ser esquecido, esse é o amor. Nada o supera em beleza, importância ou influência. O amor, como sugere o subtítulo de um belo e já antigo filme, é contagioso.

A revelação plena do caráter divino, Jesus Cristo, nos ensinou que amar é muito  mais difícil do que imaginávamos, já que o Mestre requer que abracemos com sinceridade não só os que nos querem bem, mas também os que nos afligem com palavras ou atitudes cruéis. No entanto, o Senhor do Amor nos mostrou que nenhum outro dom é maior ou mais fundamental que este. Viver sem amor é perigoso, triste e desesperador.

Cristo, na cruz, nos fez um. Seja na bonança, na dor, na alegria ou nas tragédias da vida. Talvez seja por isso que catástrofes naturais são permitidas pelas Mãos Onipotentes do Pai Amoroso, porque Ele, em sua incontestável onisciência, sabe que seus filhos - pelo menos os que reconhecem a missão unificadora do Calvário - estarão carregando esta cruz: chorando com os que choram, se alegrando com os que se alegram, etc.

O que nos falta, muitas vezes, é reconhecer que o amor é o único dom que durará para sempre - pois a sua encarnação, a sua plenitude revelada, é imortal e eterna.

"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." João 13.35


by GG

A Graça não é uma farsa

"Deus odeia tudo isso e quer destruir este mundo logo!" - foi esta a frase que ouvi, assustado, em um terminal rodoviário esses dias. E não a ouvi de alguém que sussurrava a um amigo ao lado, mas de um daqueles "pregadores de rua", que gritava para todo mundo ouvir as asneiras que ele tirou não sei de onde. 

Meu susto foi tão grande que custei a acreditar no que estava ouvindo. Tentei acreditar que ele estava falando, de algum modo, de algo que fizesse sentido real, algo que representasse o Deus misericordioso e cheio de amor que conheço. Mas meu queixo caiu quando notei que o camarada falava exatamente o que eu temia: Deus odeia o mundo e quer logo destruí-lo. Sou uma pessoa positiva, otimista, e ainda tentei me iludir. A explicação só poderia ser esta: o tal pregador deve nunca ter lido João 3.16! No entanto, me iludir não adiantou. 

O homenzinho continuava a gritar, apresentando um deus cruel, assassino, opressor, tirano e, desculpem o peso da palavra, hipócrita. Entregar o seu único Filho por "amar o mundo de tal maneira" e depois mandar um porta-voz baixinho e sorridente gritar aos quatro cantos que odeia este mundo e quer destruí-lo o mais rápido possível é no mínimo esquisito, não? Ora, se Deus quisesse mesmo detonar este mundo hoje, o que o impediria, já que sua soberania é inegável?

Não consegui esquecer do sorriso cruel no canto da boca daquele pregador - sorriso que mais parecia uma cicatriz. Para aquele cara, a cruz foi em vão, o "está consumado" não consumou nada, o amor de Deus é restrito a um grupo de pessoas e Deus faz sim acepção de pessoas, a graça não existe e servimos ao senhor mais tirano e cruel que já existiu. 

A graça não é uma farsa, o amor de Deus não é condicional e a cruz não foi uma brincadeira. Isto é o que eu penso, isto é o que eu vivo, e é isto que quero pregar.


by GG

O Deus que amou demais...



Era uma vez um homem que amava doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores, mas que nunca sorriu para a hipocrisia religiosa de alguns que, dizendo-se santos, afastavam-se dos doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores.

Era uma vez um Deus que amava doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores, mas que nunca sorriu para a hipocrisia religiosa de alguns que, dizendo-se santos, afastavam-se dos doentes, depravados, infelizes, tortos, injustiçados, pobres e pecadores.

Era uma vez um homem que amava demais. E nunca deixou de amar. E por isso morreu, abraçando pecadores e por eles dando sua vida.


Era, é, e sempre será um Deus que ama demais.


No vídeo, Matt Chandler // Nos versos, GG.

O Obstinado Amor de Deus

Hoje terminei de ler o livro "O Obstinado Amor de Deus" de Brennan Manning e tive que conter as lágrimas ao terminar a agradável leitura. 

Manning, com toda sua erudição e escrita impecáveis, me fez refletir sobre o que é o amor de Deus e como o Senhor manifesta este sentimento nos momentos mais corriqueiros da vida. Parar para ver este lampejo de esperança em meio aos olhares frenéticos e a correria do cotidiano é um costume que poucos têm, mas os que assim reverenciam este amor incondicional e o reconhecem nas pequenas coisas são realmente bem-aventurados.

Depois de apanhar muito, minha mente foi conduzida à uma consciência pura e simples da importância real e palpável do amor que rege nossas vidas. Brennan Mannin, como um maestro a reger uma orquestra, conduz os acordes desta obra prima da Literatura Cristã - que me fez enxergar não só o poder da graça, mas também contemplar-me como muito mais que um simples "servo de bermudas", mas também como um filho amado por Deus, que decidiu viver (e morrer) por mim sem pedir nada em troca.

"O Obstinado Amor de Deus" é uma leitura fundamental para quem quer conhecer e realmente viver o maior motivo da nossa fé: o amor imutável de nosso Pai.


by GG


Um servo de bermudas

É de bermuda que me sinto mais humano e normal.

É de bermuda que me vejo dependente de um Deus que não se importa com a roupa que uso ou que deixo de usar.

É de bermuda que me sinto bem mais semelhante aos que estão longe do que conhecemos como igreja.

É de bermuda que me sinto bem mais semelhante aos que estão longe do que realmente é a Igreja.

É de bermuda que minha fé não se abala, fazendo-me sentir um "super-crente", superior aos outros só por usar uma calça comprida em pleno verão.

Sem o glamour do linho sacerdotal dos ternos caros que "valorizam" simples homens, pecadores como eu, incompletos como eu, tão vazios quanto um homem sem Deus.

É de bermuda que vejo a luz de Deus brilhar terrível sobre os detalhes mais escuros do meu cotidiano.

É de bermudas que me sinto longe do amor às aparências ocas da religiosidade vã destes dias maus que me atormentam.

É de bermudas que eu te sigo, ó Deus, desviando meus olhos dos homens maus engravatados - marionetes de si mesmos, amantes do impostor que domina a alma vazia que habita seus corpos enfeitados.




by GG

7Cast #010."A Importância de Ser Solidário"

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Em um #7Cast histórico, GG (@gustavogui), Thiago Matso (@MatsoThiago), nosso "morcego doador de sangue" Samuel Passamani (@SamuelPass) e, direto de um dos blogs mais conceituados do nosso meio, Pr. Márcio de Souza (@pastormarcio), falam sobre um tema muitas vezes ignorados por alguns cristãos: a solidariedade.

Neste episódio, conheça a voz do nosso "piá" Samuel Passamani, ouça mais alguns tristemunhos de gente que não consegue enxergar além de si mesmos, aprenda um pouco sobre a "Teologia Umbígua" e participe consco deste debate relevante sobre a importância de ser solidário.

Duração: 01:25:23


Mande sua sugestão, crítica, pedido, etc:
Quer criticar o episódio? Apontar algum erro nosso? Mandar a sua sugestão de tema? Ou simplesmente parabenizar o nosso trabalho? É só mandar seu e-mail para podcast@territorio7.com.br. Nós leremos os e-mails escolhidos no ar, durante os próximos episódios.


Citados neste episódio:
Mark Driscoll - "Porque odeio Religião"
Pat Robertson falando imbecilidades sobre o terremoto
Tom Honey falando asneiras patéticas - "Open Theism"
www.umclamorporniteroi.com.br
Você vai ao templo ou pertence a Igreja?

Promoção "Deixados Para Trás": 
Saiba como levar pra casa a Trilogia "Deixados para Trás" em DVD clicando aqui.

Set List:
Faithfulness (Tonny Foxx)
Stay (Jackson Waters)
Make Me Over (Lifehouse)
Paz e Comunhão (João Alexandre)
I Spread Out My Hands To You (Tony Foxx)
Again (Need to Breatth)
Dare You to Move (Switchfoot)
Dinas Dwr (Jeff Johnson)
Ritual Dance (August Rush Soundtrack)
Getsemani (Leonardo Gonçales)
Chuva de Vento (Crombie)
The Search (Iona)
Out of Control (DJ A. Hunter)
No Reason to Hide (Hillsong United)
A Love As The Ocean (Tehilim)
You Think You're Nickel Slick (Emery)
Machrie Moor (Celtic Instrumental)
Throw My Love Around (Jon McLaughlin)
Lord of Dance (Tehilim)
Spare The Time (Need To Breath)


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Estilo de Vida: Amar

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Somos tão despreocupados com o próximo que até admitir que amamos alguém nos parece vergonhoso, inapropriado, antiquado ou irracional. Como diria o poeta e escritor italiano Cesare Pavese, "O homem interessa-se tão pouco pelo próximo que até mesmo o cristianismo recomenda fazer o bem por amor a Deus."


A questão é que, se queremos ser chamados de cristãos e alcançar tal título verdadeiramente, precisamos agir como Cristo, andar como Ele e copiar os seus passos, não mecanicamente, mas com a mesma pureza de coração, com a mesma intenção de amar incondicionalmente.


Infelizmente, tais palavras parecem mais uma utopia barata, uma fábula, já que é tão fácil odiar alguém. Basta um olhar, uma palavra, um toque, e dois amigos de infância podem se tornar inimigos mortais. Mas por que é tão difícil amar?


O que é mais fácil? Afastar-me dos perdidos, evitando-os ao máximo, ou viver amando-os, apesar da prostituição de seus corpos? O que é mais cômodo? Evitar a convivência com um ladrão, um homossexual, uma prostituta; ou sentar com eles à mesa e jantar com eles? A próxima pergunta parece meio clichê, mas é conveniente: "O que Jesus faria?"


Se alguém precisa de remédios, com certeza são os perdidos, os doentes, os cansados e oprimidos. Se queremos ser realmente cristãos, precisamos amar. Dizer apenas "Jesus te ama" não é o suficiente, se o verdadeiro amor de Cristo não resplandecer em nossos olhos.


Em 2010, viva o cristianismo mais simples, o mais belo "estilo de vida". Apague as mágoas, delete a arrogância e o orgulho. Perdoe.


Em 2010 e por toda a sua vida, viva o amor.




by GG

Igreja Circense?


“No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.
Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.
Depois, chegou a Roma e tornou-se uma instituição.
Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.
Então, chegou à América e tornou-se um negócio.
Finalmente, chegou ao Brasil e tornou-se um circo !
Com tanto malabarismo teológico, palhaçadas, milagres tirados da cartola, só poderia dar nisso...”

CARLOS MATTIOLI, PASTOR


"...O problema maior é que embaixo desta tenda cabem muitos palhaços"

LUCIANO MAIA, PASTOR



Na verdade, na verdade, o que Cristo ensinou é que quem deseja seguí-lo deve fazer nada mais que amar as outras pessoas, sacrificando-se por elas, da mesma forma que Jesus nos deu inúmeros exemplos. Assim, vencemos o mal com o bem. Assim, eu me sacrifico não por mim, mas pelo outro, mesmo que eu não saiba quem seja o outro. Mesmo que o outro nunca tenha se sacrificado por mim. Difícil? Sim. Muito difícil em um tempo onde o "eu" está entronado.

Jesus não fundou uma religião, mas um estilo de vida focado no amor. Religião é algo que até tem algum valor, mas, por ser uma invenção humana, tem se mostrado historicamente mais maléfica que benéfica, posto serem homens vigiando homens.

Jesus fala de relacionamentos pessoais. Religião fala de relacionamentos institucionais.

Tantas pessoas boas fojem atualmente das igrejas pois estas majoritariamente já não produzem o que deveriam produzir: relacionamentos amorosos, aceitação e paz.

Seguir Cristo não é "dar dízimo" por mera obrigação, mas dar a sua própria existência por amor ao próximo! Não é seguir regras humanas ou religiosas, mas seguir o amor. É dar sem esperar em troca. Seguir Jesus de Nazaré não é coisa para os bons. Não, Jesus não veio para os bons. Estes se bastam! Jesus veio para os doentes, os revoltados com as igrejas, os enfermos da alma, os sem esperança, os que correm sem saber para onde e buscam sem saber o que. Jesus não é igreja institucionalizada, Graças a Deus!

Jesus é aquele que nos aceita como somos, sem nos cobrar nada em troca. Aquele que nos dá vida e perdão, sem questionar ou negociar a fé. Sem barganhas. Sem constrangimentos.

Assim é a Graça de Deus! O Jesus da Graça! O perdão de graça! A aceitação sem exigências, aceitando a gente assim como somos.

Jesus é o milagre da vida e do sorriso, na certeza de que tudo está bem, pois alguém está cuidadndo de mim, mesmo que eu não veja.

Jesus não se compra. Seus favores não podem ser conquistados por dinheiro ou por comportamentos. Ao contrário, Ele é que nos comprou, pagando um preço muito caro!

Ele não era um palhaço, portanto, não permita que coloquem nele uma horrenda maquiagem de religiosidade e, assim, o vendam a você.

Veja este filme de Joaquin Baldwin, um premiado curta-metragem em animação. Ele ilustra bem o que significa "sacrificar-se em favor de quem nem conhecemos, vencendo o mal com o bem".



Fonte: PCM Blog's

Gratas Surpresas

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O ano de 2009 está sendo um belo ano para a música cristã, e nós do Território 7 nos aproveitamos disso para compartilhar com vocês a nossa opinião sobre as três melhores surpresas do mercado musical cristão que ouvimos este ano.

Oficina G3 - Depois da Guerra

Me lembro bem dos meus primeiros meses depois da conversão, e não consigo tirar da minha memória os bons momentos que passei escutando o som pesado do Oficina G3. O estilo musical e as canções do velho CD "Indiferença" ainda estão gravadas em minha mente e em meu coração.
No entanto, depois do CD Acústico, perdi o gosto pelo grupo e passei a não mais ouví-los.
Eu já estava há uns 5 ou 6 anos sem ouvir os CDs do Oficina, até me deparar com o novo trabalho, "Depois da Guerra", e constatar o que já havia me sido dito: é o melhor CD do Oficina G3 desde "Indiferença".

O que me conquistou

1) As letras voltaram a ser agressivas e sinceras, mensagens de reflexão com a revolta que só o rock'n'roll pode sustentar;
2) A belíssima voz do novo vocalista, que carrega em si o peso necessário para convencer o que nos é dito através das canções;
3) O repertório temático, sem exageros, pesado, lindo e inesquecível.

Destaque



Fernandinho - Uma Nova História

Sejamos sinceros, estávamos todos cansados de ouvir canções sobre chuva.
A voz forte e agressiva do cantor Fernandinho sempre me cativou, desde o CD "Formoso És", quando ele ainda não era tão "famoso" quanto hoje. Mas as composições e melodias de "Abundante Chuva" e "Sede de Justiça" pareceram se copiar tanto, que me deixaram com muito receio de experimentar "Uma Nova História".
Porém, quando meus ouvidos começaram a sentir os primeiros acordes do mais novo trabalho desta grande voz, meus lábios corresponderam com um sorriso, e em minha mente raiou uma certeza: há algo diferente neste CD.

Que nova história é esta?

1) "Uma Nova História" parece ser o início de uma nova estrada. Não uma bifurcação no meio de um antigo caminho alagado pela abundante chuva de um passado distante, mas um recomeço, com belas canções, lindas letras e melodias muito mais complexas;
2) Fernandinho não teve medo de ousar nas novas canções, tanto nas composições, quanto nas músicas cheias de rock e muita espiritualidade;
3) Não precisei de guarda-chuva pra ouvir o CD. Fiquei seco até o último instante!

Destaque

A versão em português, cantada por Paula Santos, da música “God of this City” (confira o vídeo abaixo), da banda irlandesa Bluetree é o nosso destaque para este CDzão!



Lucas Souza - Cidade do Amor

Está aí um cara que nunca me deixou na mão. Sempre que precisei de um bom louvor para momentos de tristeza, alegria ou adoração, Lucas Souza foi sempre uma ótima pedida.
No entanto, desta vez, o garoto se superou!
"Cidade do Amor" demonstra a maturidade e competência que Lucas Souza adquiriu ao longo de sua carreira.

Porque é uma surpresa?

1) Porque, mesmo sabendo da competência do rapaz, nós jamais esperávamos que, em seu 4° CD, Lucas Souza atingisse um marco como este: Um dos três melhores CDs do Rock Gospel de todos os tempos;
2) Este é, sem dúvida, o mais competente trabalho de um cantor neste vasto mercado gospel, Lucas conseguiu mostrar para que veio;
3) Nós do T-7, sinceramente, nunca ouvimos nada tão consistente e constante quanto a repertório e identidade musical... o garoto é fera!

Destaque

Um dos acertos deste CD é a regravação de uma das melhores músicas de Lucas Souza, "Eu quero ir". Assista abaixo um vídeo da versão original desta canção:




by GG

Liberdade

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Liberdade é não ter limites, ou tê-los dentro de um padrão previamente estipulado?

Quando ouvi um pastor dizer que, apesar de nossa estupidez e de nossa teimosia, Deus continua nos amando na mesma intensidade, percebi que estava totalmente enganado quanto ao meu conceito de liberdade.

Se Jesus Cristo tivesse morrido na cruz para estabelecer uma igreja constituída apenas de regras e padrões irrevogáveis, porém sem a verdadeira manifestação do perdão de Deus, tal sacrifício teria sido inútil e tal propósito teria sido estúpido. No entanto, o que vemos hoje nas "igrejas" são líderes sem a capacidade de perdoar uns aos outros.

Um pastor de ovelhas, quando as encontra caídas em algum buraco, ou feridas por algum obstáculo do caminho, as resgata com seu cajado e depois cuida dos ferimentos de tais ovelhas. Um "pastor de pessoas" (não todos - é claro), utiliza-se do cajado para ferir as ovelhas saudáveis, deixando-as jogadas à beira do Caminho, sem cuidado, sem perdão, sem amor.


A verdadeira liberdade em Cristo é poder experimentar de graça o seu perdão, pois jamais conseguiremos exercer maior sacrifício do que aquele que já foi consumado por nós no Calvário. Dizer que "é preciso pagar um preço" para ter nossos pecados perdoados, é anular a obra redentora de Cristo! Será que somos tão imbecis ao ponto de anular a morte vicária de Jesus por nossos pecados? Será que somos idiotas ao ponto de "recosturar" o véu que foi rasgado?

Por fim, respondendo á primeira pergunta: Liberdade é estar limitado dentro de um padrão. No entanto, este padrão não tem limites, pois é infinito. Este padrão, ilimitado e impressionante, se chama Amor de Deus.

Se Jesus pode perdoar nossos pecados, quem somos nós para condenar-mos uns aos outros?

Ame, perdoe e liberte-se!


by GG

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