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Meus Defeitos


Quero filmes que sejam obras de arte.

Quero livros com conteúdo.

Quero paz, apesar de tudo.

Quero ser igreja acima de frequentar um templo feito por mãos humanas.

Quero amor com poesia.

Quero Deus, apesar do mau exemplo de alguns que se dizem filhos Seus.

Quero música com ideologia.

Quero chorar e sorrir por qualquer motivo.

Quero alguém com quem possa contar nas horas difíceis.

Quero amigos que não me julguem pela roupa que visto ou pelos lugares que frequento.

Não quero julgar ninguém pelas aparências.

Não quero ter. Quero ser.

Não quero ouvir dizer, quero provar, quero viver.

Quero um dia publicar um livro ou escrever uma história e não mostrar para ninguém.

Não quero dinheiro, ele não compra o que realmente me faz viver.

Quero guardar meus segredos no ouvido de alguém.

Quero ser o alguém onde guardam segredos também.

Quero a vida inteira me alegrar, mesmo que eu não tenha motivos para sorrir.

Não quero sofrer com a dor do outro, que não tem coragem de fechar as próprias feridas.

Quero poder criar meu filho sem me preocupar com o que os outros vão dizer, não quero que ele seja só mais um tijolo na parede.

Quero respeitar as diferenças sem ferir os meus princípios. É possível?

E, sem me preocupar com os olhos alheios ou com o que dizem as línguas afiadas que me rodeiam, quero buscar a face de Deus...

...do jeito que Deus quiser.



by GG

O que Deus não vai perguntar...

Por Hermes C. Fernandes

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir... mas vai perguntar quantas pessoas necessitando de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa... mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário... mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais... mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário... mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu... mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros.

Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava... mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.

Deus não vai perguntar quantos amigos você teve... mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.

Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos... mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar em que bairro você morou... mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

Deus não vai perguntar quantos diplomas você conquistou... mas vai perguntar como você usou seu conhecimento para o bem comum.

Deus não vai perguntar quantos hectares tinha sua propriedade... mas vai perguntar se você ajudou a proteger o meio-ambiente.

Deus não vai perguntar quantas pessoas você atraiu para a igreja... mas vai perguntar como você influenciou o Mundo à sua volta.

Deus não vai perguntar que herança você deixou para seus filhos... mas vai perguntar que legado deixou para as próximas gerações.

E eu me pergunto:

Que tipo de respostas terei para dar?

Talvez Ele nem faça pergunta alguma. Bastaria Seu olhar prescrutante para que todas essas perguntas nos viessem à mente num abrir e piscar de olhos.

E você, está pronto pra encontrar-se com Deus?



Igrejas S/A

por Felipe Nogs

Te pergunto: Quantos, neste momento, que estão lendo este texto, freqüentadores de igrejas e/ou membros delas, já foram “obrigados” a participar de alguma reunião, culto ou algo do tipo?

Quantos que estão lendo este texto são líderes ou presbíteros e tiveram que acatar alguma ordem autoritária vindo de um pastor ou apóstolo, sem poder dizer sequer um “a”? Quantos que estão lendo este texto já não se sentiram injustiçados pelo novo sistema eclesiástico que está sendo imposto sobre a igreja?

Será que os pastores estão confundindo igreja com empresa, afinal, a única coisa parecida na palavra é a letra A. Será então que nossos líderes estão cegos ou fora do padrão que Pedro ensinou sobre IGREJA?

Voltemos aos primórdios: Sobre a etimologia da palavra igreja... Tudo se deu com o “ajuntamento do povo do deserto”, lá com Moisés – palavra esta que da origem grega escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega da Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os judeus. (conforme a Wikipédia.com)

Numa segunda definição (segundo a Bíblia) o termo igreja pode designar reunião de pessoas, sem estarem necessariamente associados a uma edificação ou a uma doutrina específica. No texto bíblico, no "Novo Testamento", a palavra Igreja aparece por diversas vezes, sendo utilizada como referência a um agrupamento de cristãos e não a edifícios ou templos, nem mesmo a toda comunidade cristã em alguns momentos. Conclui-se que o que Jesus chamava por igreja, resume-se em PESSOAS.

Meu corpo é igreja. A noiva somos nós, pessoas normais, imperfeitas e cheias de pecado.

Logo depois, lembramos de Pedro, onde Deus tinha “edificado” a sua igreja. “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16,18)

Já dissemos que Igreja é lugar de pessoas, e pessoas imperfeitas; já dissemos que é um agrupamento de pessoas e não edifícios ou templos. Então responda-me, por que continuamos no engano de achar que aquele lugar deve, necessariamente, além de confortável, ser luxuoso? Me respondam, para que fazer uma réplica do templo de Salomão se há crianças na Rua São Paulo (em SP) que estão carecem de alimento, roupa e abrigo? Para que arrecadarmos 50 mil em bazares, para seja lá o que for, se há pessoas carentes de amor carinho? Ou para que fazer grandes campanhas ou cruzadas televisionadas, sendo que muitas outras pessoas estão carecendo de tantas outras coisas lá no Amor é Um Movimento – só dei alguns exemplos, mas tenho certeza que nós temos vizinhos ou conhecidos que hoje simplesmente precisam de uma cesta básica e nós nada oferecemos – nem mesmo o que Pedro e João deram ao coxo na porta do templo.

Adote uma igreja Haitiana

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Não sou pastor

por Jorge Salvador

Se for para ser mais que outros, não sou pastor. 
Se for para ser grande, não sou pastor.
Se for para presidir, não sou pastor.
Para ser pastor “evangélico”, não sou pastor.
Para ser dono de ovelhas, não sou pastor.
Para controlar pessoas e grupos, não sou pastor.
Para ser chamado de “reverendo”, não sou pastor.
Para ser intitulado de pastor, não sou pastor.
Se for para ser “cobertura espiritual” de alguém, não sou pastor.
Ao me chamarem no portão: Pastor? Não me chamaram.
Pela consagração denominacional, não sou pastor.


Quando cuido dos pequeninos do Pai, sou pastor.
Quando ajudo o que perdeu o caminho a encontrá-lo, sou pastor.
Quando levo o sedento à água, sou pastor.
Ao alimentar o próximo, sou pastor.
Ao dar carinho, amor, bondade, graça e misericórdia, sou pastor.
Mas ao fazer tudo isso, ainda serei servo inútil. E é isso o que todos deveriam fazer. 
Ao acharem que sou pastor, diga-o aos outros, portanto não me chamem de pastor, pois seria um elogio ao dom imerecido. 
Logo, seria para mim rede e laço, nas quais você não quer que eu venha cair.

#FAIL: Braços aberto!!!


Não lembro onde encontrei isso, mas doeu!
Abraços, @DuhVinicius!

O Desafio

Aprendemos, desde pequeninos, na sala geralmente colorida destinada às crianças na maioria das escolas bíblicas dominicais deste país, que devemos ser iguais a Cristo: fazer tudo o que Ele fazia - copiá-lo em tudo e entender nossas escolhas como se fossem Dele, e não nossas. "O que Jesus faria nesta situação?"

No entanto, como em muitas outras coisas, nos ensinaram errado. Devemos imitar o Mestre? Sim, mas suas atitudes nada mais eram do que consequência de uma consciência santificada, devotada unicamente ao amor ao próximo e submissa à vontade de Deus até o fim.

A partir do momento que começarmos a imitar a consciência de Cristo, nossas atitudes refletiram seu amor incondicional. Quando decidirmos deixar nossos preconceitos de lado e passarmos a ver as coisas do ponto de vista desta consciência - a "mente de Cristo" - e só depois de assumirmos na prática esta mentalidade poderemos ser chamados de discípulos.

Enquanto prevalecer o racismo nas igrejas (se acha que isto não existe, parabéns pela ingenuidade), ou o preconceito com crianças, idosos, não cristãos, bêbados, mendigos, etc. Enquanto todo aquele que realmente precisa do remédio não tiver toda nossa atenção e for alvo do nosso amor, não poderemos ser chamados sequer de servos de Deus! Mas, mesmo assim, insistiremos em dizer que somos imitadores Daquele que abriu mão de assentar-se em palácios para compartilhar o jantar com pecadores.

Os que são conhecidos pelos irmão de igreja como santos, imaculados e puros podem muito bem ser conhecidos como adúlteros, mentirosos e hipócritas por aqueles que o conhecem fora do ambiente mais fácil de se manter as aparências: a igreja. 

Só seremos realmente cristãos, reflexos do amor de Cristo, quando aqueles que não conhecem a luz passarem a conhecê-la através de nós. Sem sombras. Sem máscaras.

O verdadeiro desafio não é dizer aos pecadores: "Jesus te ama" - isto é fácil e quem ouve a frase geralmente sabe disso. O desafio na verdade é olhar nos olhos do mais impuro dos pecadores, compadecer-se dele e dizer com convicção e sinceridade: "Eu amo você".


by GG

A Máquina de Gerar Frutos

Não existe outra expressão que identifique o foco central da Igreja do que este: gerar frutos. Junte todas as programações do templo que você frequenta: as mensagens, os louvores, os cultos de domingo, as reuniões fora do templo, as peças de teatro, etc - o objetivo é comum: frutificar.

Esta deveria realmente ser a realidade. No entanto, infelizmente, este foco vem sendo alterado e corrompido com o passar dos anos. A moda agora é esperar que os frutos apareçam do nada, sem exigir nossos esforços, sem exigir que plantemos a semente.

A nossa urgência por algum motivo é mais valiosa do que os princípios na cultura cristã atual. Queremos resultados, mesmo que os esforços para obtê-los inexista. E isso faz com que abramos um enorme sorriso para a pessoa que ousa reconhecer seus pecados no dia em que ele se converte, e esqueçamos seu rosto no momento seguinte. Abraçamos o "novo convertido" agora, no momento exato no qual ele se decidiu, e logo depois o deixamos de lado - e ainda temos a cara de pau de esperar que ele gere frutos o mais rápido possível, e de preferência sem a nossa ajuda.

Nos acomodamos. Queremos apenas ver os frutos e aplaudir os resultados. E por que? Porque acreditamos que os esforços serão muitos. Acreditamos que gerar frutos deve doer de alguma forma. Exigirá sacrifício, renúncia e coragem - e isto é muito trabalho para quem está acostumado simplesmente a sentar e ouvir a bela mensagem do culto dominical.

O que nos esquecemos, porém, é que, independente do que nós pensemos, estamos sempre frutificando. A cada palavra dita, em cada pensamento concretizado, a cada decisão tomada, em cada gesto executado. Os olhos voltam-se para nós e esperam ver o brilho que teimamos em esconder embaixo da mesa.

Você com certeza já semeou hoje, mas talvez não tenha notado. Um sorriso que damos ou um gesto de amor que manifestamos tem muito mais potencial de "gerar frutos" do que toda a parafernalha que inventamos - a grande máquina de gerar frutos, a mesma que produz mensagens enlatadas e sorrisos postiços nos rostos mascarados de santidade.

Esta Máquina, porém, quebrou e não há no mundo alguém que possa dar jeito nela. Ninguém suporta mais a lenga-lenga que outrora os convencia com facilidade. A única solução, portanto, é voltar no tempo e gerar frutos da maneira tradicional: plantar a semente, regar insistentemente, podar quando necessário e esperar com paciência.

Depois disso, os frutos estarão lá, disponíveis e, o que é mais importante, maduros.


by GG

Silas Malafaia se desliga da CGADB

Por Márcia Gizella

Isso mesmo, às 03: 30 da manhã de hoje: 15/05/10, Silas anunciou sua saída da CGADB.

Ele "explicou" como a CGADB funciona, enrolou, avisou que irão surgir muitas fofocas, e deixou bem claro que está saindo por causa de uma "visão" dada por Deus, que não irá revelar agora, e que estando na CGADB não poderia seguir. A tal "visão" é segundo ele, tremenda, de conquista e de grande impacto, e que não vai demorar para sabermos e entendermos que é coisa de Deus.

Malafaia também confirmou que mudou o nome da Assembléia de Deus da Penha, para AD Vitória em Cristo, e que o fez apenas para tirar o nome de bairro, e que a tal "visão" é algo extraordinário e que era necessária esta mudança. Falou também que não aceitará nenhum pastor que venha de divisões, pois não está dividindo, e deu um aviso:

"Quem está usando o nome Vitória em Cristo vai tratando de retirar, pois ele já o patenteou há muito tempo, e não vai permitir, enquadrando na lei os teimosos"


A Decisão


"Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo." (Gálatas 1.10)

Lembro-me como se fosse hoje das inúmeras vezes que um certo pastor que conheço citava este versículo, geralmente para se defender das indagações que suas ovelhas o faziam - e com veemência dizia que não responderia a ninguém sobre alguns de seus atos duvidosos, exatamente porque não estava ali para "agradar a homens".

A confusão não demorou muito tempo para se instaurar no meio daquela igreja - que eu temo ser um enorme erro chamá-la assim. Em pouco tempo, heresias foram disseminadas no meio do povo, mentiras escandalosas foram contadas e crentes piedosos e cheios de amor se transformaram e gente de má índole e conduta duvidosa. Mas a máxima continuava: não interessava o que fizessem, não estavam "agradando aos homens".

Ao que parece, esqueceram-se do restante do versículo, do restante da Bíblia Sagrada! Se não agrado a Deus, me constituo automaticamente inimigo Dele. Se minhas atitudes se dão satisfatórias ao meu ego, ignorando porém os preceitos divinos, mas sem abandonar a bandeira da cruz, nos tornamos meros falsários! Falsificamos a Fé, fraudamos a Graça, rasuramos o Verbo, reescrevemos a cédula que foi rasgada e recosturamos o Véu.

O que não deve existir, de maneira alguma, é um cristão que prefere agradar o homem do que agradar a Deus - o que é, evidentenmente, o que muitos fazem, pensando fazer o contrário: defendemos o profeta que errou, achando que estamos assim agradando a Deus, quando na verdade favorecemos a mentira e a heresia de um pecador tão miserável quanto nós; com todo nosso empenho construímos desculpas para a conduta impura de nossos líderes, achando que estaremos assim protegendo um legado divino, quando na verdade estaremos apenas encobrindo o rastro de lodo deixado para trás.

É tempo de decidirmos, sem titubeios, subterfúgios ou adiamentos: ou agradamos aos homens, ou corremos o risco de pelo menos tentar agradar a Deus em cada uma das nossas decisões, por menores que elas possam ser.


by GG

Pipoca&Letra 005."A Bacia das Almas"

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Não se engane. O subtítulo "Confissões de um ex-dependente de igreja" não resumem nem um pouco o conteúdo recompensador que encontrei em "A Bacia das Almas".

É claro que alguns, por mero preconceito, criam certa repulsa ao observar tal subtítulo ou simplesmente passar por este livro na estante de uma livraria qualquer e não notar sua presença - ou fingir que não notou - já que aparentemente trata-se de um livro sobre igreja e religião, do ponto de vista de alguém que já não está mais "contaminado" por ambas.

No entanto, para a tristeza dos que recusaram o prazer que é ler Paulo Brabo, este subtítulo fala tão somente do próprio Brabo, e esconde a riqueza do texto  belíssimo contido em "A Bacia das Almas".

Fé, religião, política, literatura, pensamentos, inquietações, provocações e ideias são alguns dos assuntos tratados na Bacia - que nada mais é que a extensão do site http://www.baciadasalmas.com, onde Paulo Brabo ainda escreve suas confissões, medos, conceitos, mas nenhuma conclusão, afinal, como escreveu Ed René Kivitz - falando da bacia - a teologia não está pronta.

Expondo suas impressões sobre os mais variados assuntos, A Bacia das Almas nos entrega um relatório das ideias de seu autor, dentre as quais tive que concordar com muitas e discordar de algumas, sem no entanto desprezar a lucidez de seus argumentos.

Para quem tem coragem de deixar de lado seus (pre)conceitos para, no mínimo, compartilhar das impressões de outro, A Bacia é indispensável e fundamental. 

No entanto, se você é daqueles que acreditam que nada do que te ensinaram está errado e que apenas as suas opiniões e virtudes são válidas e corretas, não ouse olhar para dentro da bacia, pois a surpresa será grande ao ver seu rosto e sua alma espalhados na superfície das confissões deste ex-dependente de igreja chamado Paulo Brabo.

Aliás, "cuidado, este livro traz confissões que podem ser as suas".



by GG

Igreja


Ela nunca chegou a dizer, mas minha esposa acha que estamos ficando relaxados.

Afinal, não vamos mais aos cultos por obrigação, como fazíamos antes. O que não significa que nos afastamos da igreja. Muito pelo contrário, estamos muito mais ligados a ela do que antes - já que agora tomamos a total consciência de que, se não assumirmos a postura de membros do Corpo de Cristo (realidade que está muito além de templos e instituições), jamais poderemos ser chamados de cristãos e frequentar um templo, seja ele qual for, não nos fará justificados.

A justificação já foi feita na cruz, onde o Mestre nos fez Igreja. Sua Noiva. Povo Seu. Anunciadores do Reino. Seus Filhos - reflexos ambulantes da sua incontestável soberania e do seu infinito amor.

Agora somos Igreja

Ela nunca chegou a dizer, mas minha esposa acha que estamos ficando crentes demais...


by GG, que tem um culto-happy-hour para ir ainda hoje (meu Deus, como será isso?)

Convite Irrecusável


Tradução:
Nosso convite de igreja

Somos inadequados
Não temos nada a oferecer...
Não sabemos nada...
Somos só um pequeno grupo de pessoas
numa sala pequena tentando descobrir
mais sobre Deus...

Venha ficar confuso conosco...


Fonte: Pavablog

O Cristianismo baseado em números

Por Felipe Nogueira


Passamos atualmente por um tempo no qual o número de membros ligados às igrejas tornou-se mais importante do que a qualidade espiritual dentro delas. É mais importante que o louvor e o culto que prestaremos a Ele.
Na Bíblia está escrito que, se houverem dois ou mais reunidos em nome de Jesus, Ele ali estaria. E aqui o Mestre nos mostra o quanto é simples e relativamente fácil PRESTAR CULTO A ELE. 

A escassez de sabedoria e interpretação bíblica de muitos líderes religiosos para entender que mais vale uma alma no céu DO QUE O MUNDO INTEIRO no templo, de qualquer maneira, tem se agravado muito. 

Seríamos nós uma geração debilitada pela falta de visão, ou o a interpretação da bíblia se tornou algo como nunca foi antes? Será que o Espírito Santo está se revelando de forma nunca vista? Será que os evangelistas neo testamentários se esqueceram de escrever alguns trechos nos Evangelhos? Até quando os números mostrarão a (falsa) qualidade de uma igreja?

O que tem acontecido é um crescimento desordenado, com debilitações nos acompanhamentos, e a perda rápida do foco entre o “povo”.

Líderes de igrejas numerosas são mais propensos à queda por algum motivo. Alguns buscam tanto por “almas”, mas o fazem simplesmente para lotar seus banco – mas os bancos estarão vazios daquilo que realmente importa. Estando eles vazios, e não havendo a preocupação com essas almas vazias, elas se perdem. Caem em processos de rancor e falta de perdão. Se um pastor tiver 100 ovelhas e uma delas se perder pelo caminho, o pastor deve voltar e recolhe-la para que não se perca mais – não estamos cumprindo este anseio divino. 

Até quando nós, ovelhas, vamos ver nossos pastores dando maior atenção àqueles que têm mais dinheiro? Somos igualmente filhos do mesmo Deus, todos temos direito a salvação e a vida eterna, temos todos também direito ao acolhimento e ao pastoreio saudável. Na hora de acolher, quando a “alma” está no mundo, todos acolhem, todos querem aquele para o seu “aquário”. No entanto, quando a alma dentro do “aquário” adoece, poucos se dispõem a cuidar dela.

Estamos atualmente em um tempo em que a Bíblia parece ter se tornado desnecessária. Para esses pastores pós-modernos, as letras dos louvores se tornaram nossa Bíblia. E o mais importante é que nossas igrejas estejam lotadas, para mostrar que “esse são os nossos frutos”.

Não estou aqui criando esta publicação para criticar a uma denominação específica, ou a alguma liderança religiosa da atualidade, queremos mesmo é alertar do que tem acontecido hoje. Se há igrejas grandes, com muitas pessoas, amém!... desde que haja o foco correto: Deus.

Queremos alertar que precisamos vigiar o verdadeiro foco do nosso coração, ter cuidado para que ele não se perca, pois os dias são curtos e tem chegado o tempo. 

O que será do futuro da igreja Cristã? 

Master Super Ultra Mega Gospel Card?

Posso estar errado, podem falar que não sou ninguém para falar alguma coisa, mas acho no mínimo algo muito estranho uma igreja (ou associação, convenção, ou grupos religiosos) terem o seu próprio cartão de crédito.

Acho que missionários são pessoas e não objetos…

Já circula na internet, e até alguns sites ateus já se manifestaram quando a igreja do R.R Soares lançou o seu cartão, mas ver um movimento de uma das igrejas pentecostais de maior renome no Brasil fazer uma coisa dessas é algo que me faz pensar em uma coisa:

Será que quando muitos blogueiros criticaram o cartão do “R.R” e falaram que era modismo dos Neo-Pentecostais, eles não imaginavam que os Pentecostais poderiam fazer a mesma coisa?

Alguns pastores até pregam contra cartões de crédito, mas ai já seria outro post… e vocês o que pensam sobre o assunto? Você teria um Cartão CGADB Gold?



Como membro de uma Assembléia de Deus, só me resta lamentar e registrar meu protesto como um bom Twitteiro: #shameonyou

Vergonha Alheia total...

by GG

Um servo de bermudas

É de bermuda que me sinto mais humano e normal.

É de bermuda que me vejo dependente de um Deus que não se importa com a roupa que uso ou que deixo de usar.

É de bermuda que me sinto bem mais semelhante aos que estão longe do que conhecemos como igreja.

É de bermuda que me sinto bem mais semelhante aos que estão longe do que realmente é a Igreja.

É de bermuda que minha fé não se abala, fazendo-me sentir um "super-crente", superior aos outros só por usar uma calça comprida em pleno verão.

Sem o glamour do linho sacerdotal dos ternos caros que "valorizam" simples homens, pecadores como eu, incompletos como eu, tão vazios quanto um homem sem Deus.

É de bermuda que vejo a luz de Deus brilhar terrível sobre os detalhes mais escuros do meu cotidiano.

É de bermudas que me sinto longe do amor às aparências ocas da religiosidade vã destes dias maus que me atormentam.

É de bermudas que eu te sigo, ó Deus, desviando meus olhos dos homens maus engravatados - marionetes de si mesmos, amantes do impostor que domina a alma vazia que habita seus corpos enfeitados.




by GG

7Cast #015."Mais irritante do que nunca"

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Olha o 7Cast aí, minha gente! E desta vez muito mais irritante do que nunca! Neste episódio GG (@gustavogui), Karolzinha (@kalolizinha) e Henrique Serrat (@rickserrat), contam para nós tudo aquilo que os irrita na vida cristã e no dia-a-dia.

Celebre conosco a morte de um navegador de internet, compartilhe das nossas mais profundas irritações, tenha a liberdade de tocar em nossos ungidos do Senhor e inveje-nos (ou não) pela quantidade de Coca-cola consumida durante a gravação deste podcast.

Duração: 00:44:04


Um jabazinho aqui... outro ali:
Já está no ar o mais novo blog sobre cinema, games, seriados, tecnologia, internet, literatura e muitas outras coisas de Nerd. O Caverna do Jedi chegou para ficar e traz em seu Staff GG, Henrique Serrat, Tiago Verde e outros conhecidos da galera que acompanha o 7Cast. Acesse: http://cavernadojedi.com.br e divirta-se!!!


Divulgue o Território 7 no seu Orkut, Twitter, Facebook, etc e concorra a muitos prêmios:


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Apagão

Desde os primórdios existem pessoas que insistem em defender a fé genuína no Deus verdadeiro, sem medo das consequências. Mesmo sendo minoria, a "luz do mundo" sempre brilhou entre nós, mas me parece que, nos últimos dias, um deprimente apagão se destacou no meio do povo escolhido. E alguns fatos decorrentes disso me incomodam, e muito.

Me incomoda o fato estranho de estar reunido com pessoas que dizem ter a mesma fé que eu, que se assumem como "família de Cristo",  saúdam-se com abraços e sorrisos, mas que ignoram o mandamento do amor, preferindo julgar alguém pelos seus atos e decisões à praticar tal mandamento.

Me incomoda ter que concordar com muitas pessoas que dizem que o propósito da "instituição igreja" é o de unir pessoas que façam parte do Corpo de Cristo, mesmo sem enxergar esta união nos líderes da igreja e tampouco em seus membros.

Me incomoda ter que trancar meu intelecto à palavras rotineiras e clichês vazios pra poder ser considerado pelos outros como "parte da panela". Me incomoda o simples fato de ainda ter que utilizar o termo "panelinha" para um grupo de pessoas a quem poderia estar chamando de Servos do Deus Altíssimo.

Me incomoda me sentir tão incomodado com o único lugar onde eu deveria me sentir livre e perdoado.

Como posso dizer que Jesus ama alguém, se este amor não é refletido em mim? Como posso querer paz, se meus lábios conspiram contra meu irmão? Como posso querer ganhar o pobre e necessitado, se não divido o pão? 

Chorar com os que choram? Pra que, se posso simplesmente me acomodar com as mensagens-massagens que são vomitadas dos púlpitos e sossegar em meu banco com o mantra sagrado intocável dos levitas sem criatividade que invadem mais e mais nossas congregações?

Substituímos a inteligência que Deus nos deu por uma tal "unção" que própria bíblia desconhece. Aplaudimos canções repetitivas, sem conteúdo e temos a cara-de-pau de dizer que elas "têm unção". Partilhamos de um culto mesquinho, onde o que vale é fazer careta e levantar as mãos durante o período de louvor, repetir sem consciência o que o pregador insiste que falemos - feito robôs defeituosos ou marionetes retardadas.

Já não é chegada a hora de despertarmos deste sono? Já não é hora de lutarmos contra o nosso próprio comodismo e fazer mais que a rotina em favor de um ideal maior do que o nosso próprio umbigo pede? Já não é tempo de voltar a repartir o pão? 

É hora de deixar brilhar a luz que há em nós... não só dentro das quatro paredes do templo mas, principalmente, na imensidão deste mundo tenebroso.


by GG

A Indústria Levítica e a Máfia da Mentira

Cantar, e cantar, e cantar a beleza de ser um eterno... vendedor de indulgências?

Algumas pessoas andam confundindo as coisas por aí, e eu me cansei de cruzar os braços só pra assistir de longe este circo sem graça de comércio de talentos e exploração de pessoas inocentes.

Tomei conhecimento há alguns dias sobre uma igreja que firmou compromisso de bancar uma certa agenda dos seus jovens, convidando assim um tal cantor para "apimentar" o congresso. O líder destes jovens jamais se comprometeu em bancar a tal agenda, afinal, isto seria completamente estúpido da sua parte, já que o tal não possui condições financeiras para tal. Apesar disso, o tal líder de jovens conseguiu bancar metade do evento do próprio bolso, sendo que a tal igrejola não gastou basicamente nada com o evento que, ao que consta, conseguiu angariar algum fundo.

A tal denominação, apesar de possuir um templo modesto, conforme me foi repassado pela fonte mais confiável quanto a este assunto - a liderança da tesouraria de tal igreja - chegava a ter um "lucro" mensal de R$ 5.000,00 e se recusou a pagar míseros R$ 200,00 para complementar o "cachê" de tal cantor.

Pelo que fiquei sabendo, o camarada (que nem é mais líder de jovens, pois até se desvinculou de tal igreja) agora está sendo perseguido pelo tal cantor, por causa de 200 reais, enquanto a igreja se recusa a pagar a quantia (200 deve ser muito pra quem tem 5 mil de lucro mensal, né??), e ainda acusa o tal rapaz de ter utilizado este dinheiro para outros fins.

O rapaz agora quer meter um processo nas costas da tal igreja, por calúnia e difamação - ninguém gosta de ser chamado de ladrão - e o tal "levita" (odeio este termo patético, principalmente quando é utilizado pra denominar meros animadores de palco) continua perseguindo o pobre rapaz.

A que ponto nós chegamos, meus queridos? Instituições milionárias que se recusam a bancar uma agenda miserável - é quase uma esmola de mendigo chique. Cantores que preferem o dinheiro ao crescimento do Reino. E líderes bocós que ainda acreditam que qualquer movimentozinho pode causar algum "efeito avivamento" qualquer.

Cansei desta Indústria de cantores que só quer saber de vender CD, sem doar seus corações em troca do verdadeiro crescimento do Reino de Deus. Cansei das denominações que enriquecem seus líderes a todo custo, pisando na cabeça que tudo e de todos pra chegar ao topo... mas ainda tenho a convicção imutável de que, quanto mais alto estiver, pior será a queda.


Com pesar,
GG

Fêmeas Gospel?????

Quando pensei que já tinha visto de tudo nesse meio gospel, olha só o que eu achei:


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Olha aí, querido irmão solteirão, que anda cabisbaixo por não encontrar em canto algum a sua "cara-metade"; que vive pulando de igreja em igreja caçando o grande amor da sua vida... os seus problemas acabaram!!!!

As "Fêmeas Gospel" chegaram pra acabar com a solidão da moçada, afinal, são todas "mulheres virtuosas" (como diz a descrição da comunidade)!
Corre, irmão, e garanta já a sua!

O mais tosco é ver a enquete: "Quem te dá mais valor? As Evangélicas ou as 'do mundo'" - a simples existência de tal comunidade já responde a pergunta!

Se não acredita na existência desta pérola, toma essa:


O @rickserrat achou a pérola e @gustavogui postou aqui

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